sábado, 24 de dezembro de 2011


Estudando o Arqueômetro 
Capítulo VIII
Um ensaio com os números


Neste capítulo iremos descrever como estão definidos os números no Arqueômetro, buscando entender a ideação nos diversos níveis, pois já vimos nos capítulos anteriores que nada neste instrumento existe ao acaso. Por isso, o objetivo é entender esta formação, dar os primeiro passos, sedimentar o conhecimento da estruturação dos números e seus aspectos qualitativos e quantitativos primários. 
Não é incomum, em primeiro momento, observarmos os números relacionados com as letras, cores e sons do Arqueômetro e  não encontrarmos nenhuma lógica, pois, aparentemente, são atribuições,  sem ordenação, não é nada disso, quando passarmos a observar como se contextualiza essa ordem logo percebemos que existe a famosa autológica citada por Saint Yves d´Alveydre, nunca devemos esquecer que tudo que está representado no planisfério do Arqueômetro apresenta-se de forma harmônica. 
Primeiramente, precisamos rememorar o conceito que diferencia o aparelho em três camadas. Rever esta distribuição é muito importante, pois a disposição dos números encontra-se  camada a camada, e essa escala segue rigorosamente a lógica da hierarquia do planisfério dividido através das visões Divina (Teogônica), Cósmica (Cosmogônica) e Humana (Antropogônica), respeitando a formação hierárquica das letras Raizes ou Constitutivas, Planetárias e Zodiacais, respectivamente.
Devemos  deixar registrado ou reforçar que não diferenciamos números de letras, pois estas constituições são pura geometria, portanto, diretamente relacionadas aos números. No Arqueômetro toda a morfologia das "letras parlantes"  está diretamente relacionada aos números, cada letra tem seu número correspondente, conferindo à estes quantidades e qualidades. 
Observe a disposição do Arqueômetro em ordem numérica,  perceba os números atribuídos às letras, fizemos uma distribuição diferenciando em cores os três níveis ou camadas, as letras Constitutivas (amarelas), as Planetárias (azuis) e as Zodiacais (vermelhas). As letras e os números estão na sequência de unidade, dezena e centena. Aparentemente, não existe uma lógica, parece tudo misturado, mas não é bem assim, tudo aqui tem um motivo e uma função,  a nossa missão, neste primeiro ensaio, é entender  como ocorre essa distribuição, por isso iremos analisar quadro a quadro, camada a camada, percebendo como funciona e como uma camada serve de instrumento de formação da outra. Primeiramente siga a recomendação, analise o quadro completo, veja bem a distribuição de todos números e as letras correspondentes, quando tiver memorizado minimamente este quadro siga analisando o restante do texto.
Para reforçar o entendimento dos nossos estudos vale lembrar que o Arqueômetro tem vinte  e duas (22) letras, observe que foram divididas em unidade, dezena e centena, preste bastante atenção, pois essa divisão segue uma lógica qualitativa que determina parte da função dos números em cada camada da mandala arqueométrica.





Observou? Procuraremos deixar, no primeiro quadro, o maior número de informações possíveis para que possa fazer suas anotações e utilizá-lo como referência para o entendimento dos números no Arqueômetro.
Então sigamos com a primeira análise:  isolamos as letras e  os números da camada Constitutivas ou Raízes,  veja que separamos somente a cor amarela. A finalidade é permitir uma visualização mais detalhada da distribuição dos números que possibilite a análise da formação da ideação neste plano, pois é a semente de todas as outras que virão a seguir. Os números dispostos em sequência podem ser muito bem analisados, veja todas as variações, observe detalhadamente,  e perceberá  que estão divididos em três planos distintos, logo visualizará a autológica, pois  sempre estará disposto na ordem harmônica.



Vejamos a primeira representação dos números,  pois visa expressar de forma abrangente o conceito de início: o ponto e o número um (1), a unidade, o meio, dois pontos ou uma reta, o número (60), a dezena, e finalmente, os dois semi-círculos unidos pelas extremidades, a centena, o número quatrocentos (400). 
Repare que este desmembramento visa explicar de forma didática, simples, como funcionam as três letras ou formas e seus números. Para isso basta reparar que os números significam o início, o meio e o fim, ou seja, o um (1) é o Alfa ou Alef, o nascer, a seguir, o sessenta (60), o viver, e o quatrocentos (400) é o Ômega ou Thau, o morrer. Observando a formação de todos os números contidos nesta tríade percebe-se que foi atribuído a qualidade do princípio, do nascer, o primeiro número, o um (1), do viver, ao sessenta (60), e do fim ou morrer ao último, o quatrocentos (400). 
Fica fácil quando explicitado, pois muitas vezes a mente complexa não permite visualizar uma informação tão simples. Portanto, já temos os primeiros conceitos e funções dos números no Arqueômetro, esses permeiam a construção de todos outros números neste aparelho, pois representa o Universo em movimento e como se constitui. Lembra muito os ensinamentos budistas, o conceito de "criação, conservação e destruição", retornando ao processo que se repete indefinidamente, a "impermanência". No caso dos números retornando ao número um (1), veremos isso na adição dos números em cada camada do Arqueômetro, ou seja, a reafirmação do processo da transformação divina no nascer, viver e morrer infinito, pois o espírito é eterno e o matéria finita.
            Na continuidade  iremos levantar mais alguns véus, pois é fundamental que se firme a idéia em torno da premissa que rege este conhecimento e que determina a identidade numérica na mandala.
        A primeira missão é evidenciar,  através do somatório, que o retorno ao número um, à essência, é inevitável, e o surgimento do número dois (2), no outro plano, o Planetário, ocorre através também do somatório dos números, essa técnica irá se repetir para todas as camadas, observe com atenção, finalizando perceba que sempre haverá um número de ligação entre uma camada e a outra, representando o portal, o número e letra de saída e o retorno entre os planos, as ligações entre o divino, o cósmico e humano. 
      Os números, 1, 60 e 400, representam a primeira esfera, a divina, ou a energia mental. Por isso é importante focar fortemente nesta primeira regra, pois toda a construção da mandala arqueométrica se constitui dessa forma, apontando o somatório para o número um (1) ou para a forma original, o retorno, quanto se tratar de geometria ou morfologia, para o ponto, podemos aplicar esta regra para todas as camadas que funcionará. 
Reforçando o conhecimento
 A unidade, a dezena e a centena, estão relacionados também a luz, som e movimento, ao pensar, sentir e agir, ao Tantra, Mantra e Yantra, ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, à Osíris, Ísis e Horus, etc. Cada camada contém essas tríades em representações diferenciadas, são parecidas mas não são iguais, os valores obtidos a cada camada tem uma representatividade específica, vejamos as qualidades que os números tem por camada:

            1. Constitutiva - Mente - Tantra - Luz


                                       Mente, Mente                       Tantra, Tantra         Luz, Luz
                                       Mente, Sentimento              Tantra, Mantra        Luz, Som
                                       Mente, Ação                         Tantra, Yantra        Luz, Movimento



              
            2. Planetária - Sentimento - Mantra - Som


                                      Sentimento,  Mente               Mantra, Tantra            Som, Luz   
                                      Sentimento, Sentimento       Mantra, Mantra           Som, Som
                                      Sentimento, ação                  Mantra, Yaantra          Som, Movimento



  
            3. Zodiacais - Ação - Yantra - Movimento

                                   Ação, Mente                           Yantra, Tantra            Movimento, Luz
                                   Ação, Sentimento                  Yantra, Mantra           Movimento, Som
                                   Ação, Ação                            Yantra, Yantra            Movimento, Movimento

Perceba que são parecidas, mas não são iguais, porem um conjunto está contido no outro, essas interseções  demonstram as interações entre os planos, porem a individualidade permanece, indicando a ordem primária, secundária e terciária de cada plano, observe as três camadas e analise as similaridades e diferenças:



          Sejamos bem pragmáticos, na primeira camada encontra-se o raio gerador, as raízes da Cabala do Arqueômetro, as fundações dessa Árvore da Vida Bramânica, portanto, encontramos as formas primárias, a cor branca que irá se desmembrar em todas as outras e os números que são a base dos demais. 
A tabela está numerada em ordem crescente  como pode ser observado, ordenada por unidade (Mente), dezena(sentimento) e centena(Ação). 
Pergunta-se: qual representação do menor número dessa tabela que possa indicar o princípio, o Alfa ou Alef, a ideação? Claro que é o número 1, pois está relacionado com o ponto, o início. Seguindo este raciocínio podemos fazer outra pergunta:  qual o último número dessa tabela para representar o Ômega ou o Thau? O número 400. Então, o fim,  está relacionado com os semi-círculos unidos pelas extremidades. 
Fica fácil entender que existe uma lógica, agora iremos para última pergunta, visando fechar os números e as formas da tríade dessa camada. Já temos a unidade e a centena, falta uma dezena para mediar, ser o meio de equilíbrio dessa ideação. Qual a dezena que somada com a unidade e centena possibilita representar o retorno à unidade e o nascimento numérico do plano seguinte? Pode utilizar todas as dezenas, somente o número sessenta (60) cumpre essa função, vejamos a seguir:

       Demonstração do retorno à unidade:

       400 + 60 = 460 = 4 + 6 + 0 = 10 = 1 + 0 = 1

       Aqui está a prova que o 400 + 60 são frutos da unidade, pode repetir com todas outras dezenas que não encontrará este resultado.

      Demonstração do nascimento da dualidade:

       400 + 60 + 1 = 461 = 4 + 6 + 1 = 11 = 1 + 1 = 2

       Aqui está a prova que o DeVA (D=4, V=6 e A=1) propicia o nascimento do Alfa ou o Alef do plano Planetário, a Lua, se observar da maneira adequada, tem a forma bem explícita dos dois semi-círculos e da reta, analise e perceberá esta afirmativa.
      Após demonstrar como nasceu, numericamente, o outro plano, sigamos com a exposição da camada Planetária e de seus números, observe outro desmembramento da tabela, analise seus números, os planetas e as formas.
   Já está definido o número dois (2), o 1, o 60 e o 400 não podem ser utilizados, por isso utilizaremos somente os que restaram, seguindo a mesma linha de raciocínio ou a autológica do Arqueômetro. Como encontraremos o Ômega ou o Thau Planetário? O último número é  Saturno (último planeta visto à olho nu, será coincidência?), o número é o trezentos (300). Agora só falta encontrar quem é a dezena que irá mediar o bailado cósmico, pois não temos mais três números, são sete, precisamos encontrar o mediador para todos os planetas. Se pensou no Sol foi muito bem intuído, mas vejamos se número do Sol, o cinquenta (50), cumpre o papel de mediador entre os eixos dos planetas:

       Lua       Sol        Saturno

        2           50          300       = 352 = 3 + 5 + 2 = 10 = 1 + 0 = 1

     Fechamos o primeiro raciocínio, o eixo Lua (2) + Sol (50) + Saturno (300), no somatório, retorna à unidade. Está seguindo o bailando cósmico do Arqueômetro, no sentido horário, pois são as letras evolutivas, encontraremos a seguir outro eixo, Vênus, o número três (3) + o Sol (50, perceba que o Sol continua ao centro) + Marte (20). Este eixo tem que demonstrar a mesma fórmula do somatório dos números que retornam ao um (1), vejamos:

      Vênus    Sol         Marte

        3            50          20        = 73 = 7 + 3 = 10 = 1 + 0 = 1


    Perfeito! Não há dúvida que continuam dentro do mesmo raciocínio. 

   Agora preste bastante atenção pois estamos chegando na criação do portal do  plano  Zodiacal, o último eixo, devemos obter o mesmo resultado com Júpiter,  o quatro (4) + Sol (50) + Mercúrio (90), vejamos:

       Júpiter    Sol     Mercúrio
    
         4            50        90         = 144 = 1 + 4 + 4 = 9   O que saiu errado? Nada.
       
         Saint Yves d´Alveydre alerta sobre a importância da letra de Mercúrio o (Ts) e a de Virgem o (Y) como portal e referência de saída para o mundo das formas (Yantra) ou para o plano Zodiacal. Neste ponto entende-se por que o autor chamou  a atenção pela inversão ou  utilização do (M) de Escorpião - 40 no lugar do (Y) de Virgem - 10. Este detalhe é muito importante, pois um portal tem um tratamento de entrada e saída. O plano Planetário precisou do número um (1) para achar o número 2 no somatório, ou seja, o plano do sentimento precisou do plano da mente para se constituir. O plano da ação precisará dos dois planos (mente e sentimento) para que ocorra a manifestação do movimento na camada Zodiacal,  ou seja, para que exista o portal,  então vejamos:

         Júpiter                         Número 60           Mercúrio
   (Plano Sentimento)    (Plano da mente)   (Portal plano da ação)

           4                                      60                         90  = 154 = 1+ 5 + 4 = 10 = 1 + 0  = 1

      Como se trata de um portal poderíamos utilizar o próprio número 10 de Virgem para evidenciar o nascimento da forma sem alterar o eixo, na realidade o 10 + 50 = 60, demonstrando que o eixo de saída contém uma parte da tríade superior. 

          Júpiter                         Sol                Mercúrio      Virgem
  
              4                                50                       90               10 = 154 = 1 + 5 + 4 + 10 = 1 + 0 + 1

           

Os eixos coloridos indicam como foram realizados os somatórios dos números. Portanto, os números explicam o motivo do portal ser no Zodíaco de Virgem, não existe nenhum outro eixo que permita a saída utilizando o mediador 60, a reta, como elemento de formação do plano das formas, as letras involutivas. 

Agora iremos para última camada, a Zodiacal, o plano das formas, já utilizamos 10 números, como o alfabeto é de 22 letras só nos restam 12 números, um para cada signo, é fácil, saindo pelo portal da letra Y (Virgem), número 10, devemos girar a mandala do Arqueômetro no sentido anti-horário, pois estamos tratando as letras involutivas, já utilizamos os números 1, 2, 3, 4, 20, 50, 60, 90, 300 e 400, então não podemos repeti-los, acompanhe o raciocínio, iniciaremos utilizando todas as dezenas, iniciamos no portal 10 - Virgem, seguindo a ordem das dezenas temos livres na ordem astrológica,  o  30 - Libra, 40 - Escorpião,  70 - Sagitário, 80 - Capricórnio, enceram-se as dezenas livres, continuamos com as centenas livres, 100 - Aquário e 200 - Peixes, acabaram as centenas, sigamos com as unidades livres, 5 - Àries, 6 - Touro, 7 - Gêmeos, 8 -  Câncer e 9 - Leão, acabaram-se os números, some todos os números,  de 1 a 400, o plano das formas contém todos os números, assim obterá o total 1495 = 19 = 1 + 9 = 10 = 1 + 0 =1, retornamos ao um. Será coincidência? Outra observação importante: o Zodíaco começa em Áries - (5), menor número deste plano e encerra em Peixes - (200), mais uma vez constatamos a autológica, o Alfa ou Alef e o Ômega ou o Thau.
Neste capítulo fizemos o primeiro ensaio com os números do Arqueômetro, existem muitas revelações, demos um importante passo, pois adentrar alguns Arcanos não é fácil, a mente endurecida pela ciência moderna não nos deixa divagar por assuntos abstratos, muitas vezes encontramos barreiras que parecem intransponíveis, mas persista, para ser um estudioso destes assuntos é preciso paciência e aprofundamento.

   
        Faça seus comentários, tire suas dúvidas, todos são bem-vindos.


            Luz e paz,

           


            Não copie sem citar a fonte, estes estudos estão registrados na Biblioteca Nacional na forma de livros  e os direitos autorais preservados.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011


Estudando o Arqueômetro 
Capítulo VII 
A embriogenia das formas e dos números
Os quatro elementos
 Expansão, Radiação, Fluência e Coesão
    O Arqueômetro é instrumento das altas ciências, transpõe o comum, não trata de assuntos isolados, é  um conjunto de elaborados saberes. Não há dúvida que precisamos dominar este conhecimento, fazermos análises de pontos específicos para alcançarmos alguns degraus nos estudos. É importante revisarmos fundamentos, pois existem  conceitos que são a base para o aprofundamento.
 O autor repete várias vezes no livro as funcionalidades do planisfério, observe que sempre enfatiza o "alfabeto solar de 22 letras" como base da formatação deste instrumento:


"Segundo as minhas pesquisas sobre os antigos alfabetos da Ca-Ba-La, de XXII letras, o mais oculto, o mais secreto, que me serviu de protótipo não tão somente para todos os outros do mesmo gênero mas também aos signos védicos e às letras sâncritas, trata-se do alfabeto ário. É aquele alfabeto que fui feliz em transmitir e que obtive de eminentes brâmanes, os quais nunca, nem em sonho, exigiram-me guardar segredo". 


Existem revelações preciosas para os nossos estudos, pois, primeiramente, Saint Yves 
d´Alveydre afirma que este alfabeto foi a base da formatação de seus estudos, por isso que é tão importante compreender esta construção. Revela também que o alfabeto pertence aos brâmanes, deixando claro que outras culturas o copiaram, pois sua origem está nas academias de antigos sacerdotes e que, com o passar de milênios, espalharam-se pelo mundo, finalizando com a afirmativa veemente de que os brâmanes nunca cobraram segredo sobre a escrita sagrada, por isso escreveu sobre tantas revelações.  


"Este alfabeto se distingue dos outros chamados semitas porque suas letras são morfológicas, isto é "parlantes" exatamente pelas suas formas,  o que o transforma num alfabeto absolutamente único. Mais ainda, um estudo cuidadoso me levou a descobrir que as mesmas letras são o protótipo dos signos zodiacais e planetários, o que é também de máxima importância". 


Neste parágrafo revela que as letras são parlantes, isso é fundamental, pois confirma a autológica do Arqueômetro. Segue elucidando que foi a base de formação de outros alfabetos, revela a correlação astrológica, ou seja, dos signos zodiacais e dos planetas regentes associados ao alfabeto, fato que veremos à seguir em  um quadro que ajudará a elucidar estas questões. Finaliza o raciocínio reafirmando que este conhecimento pertence às antigas academias sacerdotais. 


"Os brâmanes chamam a esse alfabeto de vattan; e parece que se remonta à primeira raça humana,  pois, pelas suas cinco formas matrizes, rigorosamente geométricas, confirma ele mesmo, Adão, Eva e Adamah.
Moisés parece apontá-lo no versículo 19 do capítulo II de seu Sepher Barashit. Mais ainda, esse alfabeto se escreve  de baixo para cima, e suas letras se agrupam de tal maneira que formam imagens morfológicas parlantes. Os Pandits apagam esses caracteres do quadro-negro quando a lição dos seus gurus termina. Escrevem-no também da esquerda para a direita, como em sânscrito e, portanto, da forma européia".


São muitas revelações em poucos parágrafos, primeiro remete, mais uma vez,  o alfabeto à uma raça muito antiga, afirmando que utilizaram como base as cinco formas geométricas: o ponto, a reta, o triângulo, o quadrado e o círculo. Dessas matrizes da escrita obteve-se os nomes Adão, Eva e Adamah, isto está explícito em outras passagens do livro. Finaliza enfatizando sua utilização por antigas culturas, citando Moisés, indicando a fonte  do Sepher Barashit, famosa passagem de Adão e Eva, pouco entendido no ocidente. Cita os doutores brâmanes, os Pandits, estudiosos, profundos conhecedores do sânscrito, professores dos "Vedas".  
Pois bem, dito isto, façamos a interpretação do quadro a seguir para melhor entendermos este alfabeto dos antigos brâmanes: 




O quadro que demonstramos está completo, contém as 22 letras citadas por Saint Yves 
d´Alveydre, ou seja, as três letras raízes ou sementes, seus princípios masculino, feminino e neutro, as sete planetárias e as doze zodiacais. Contém também as correlações com o alfabeto Sânscrito, os números e a correspondência  com alguns alfabetos modernos. 
O objetivo é desmembrar este quadro na ordem indicada pelo autor e facilitar a análise da estrutura desta revelação. Existe uma precedência de neumas e sons virginais que serão tratados em um capítulo específico. 
Vejamos primeiramente as três letras sementes, a "Tríplice Potência divina que constituiu o Universo tipo; o círculo significa o infinito, o centro significa o absoluto; o raio ou diâmetro significam sua manifestação",  esta afirmação é uma narrativa da criação do Cosmo a partir da embriogenia da morfologia básica. 



Nesta demonstração temos as três primeiras formas ou letras,  são geométricas e básicas,  repare que  existe uma atribuição de números e estão dispostas na ordem da unidade, da dezena e da centena, refere-se ao conceito de  início,  meio e fim, ou seja,  a letra A = 1 (unidade), a letra S = 60 (dezena) e a letra Th = 400 (centena). Tenha sempre em mente que não existe acaso neste planisfério, tudo tem uma razão de ser, portanto, essa disposição  numérica visa demonstrar as afirmativas de alguns livros sagrados que dizem: "eu sou o Alfa e o Ômega" ou  "eu sou o Alef e o Thau", isto é uma citação da ideação divina e este planisfério a representa através dos números. 
Agora ficou mais fácil entender porque o Arqueômetro encerra sua numeração no 400, é simples,  temos 22 letras,  numeramo-as até acabar a unidade, passamos à dezena e finalizamos com a centena. No final sobram somente quatros letras, temos o 100, 200, 300 e 400, que não deixa de ser 1, 2, 3 e 4, são os números base da formação de todos os outros números, sábios são sábios. Aqui encerramos o plano da ideação e das letras sagradas, "impronunciáveis". 
Passemos ao plano das letras Planetárias. Perceba que o Arqueômetro é um ensaio da criação, as primeiras três letras estão em um plano divino, agora passaremos para o plano cósmico, iniciando pelos cinco planetas da antiguidade, a Lua e o Sol, pois a Astrologia do Arqueômetro é a Tradicional, vejamos o plano da "Coroa Planetária da Palavra":


A "Coroa Planetária da Palavra" trata dos sete Regentes dos Signos do Zodíaco da Astrologia Tradicional, são desmembramentos das formas geométricas da matriz no plano divino,  a numerologia continua na mesma vertente, perceba que inicia no 2 e encerra no 300,  é o "Alef e Thau" cósmico, como no plano acima,  o primeiro passa a ser o 2 e o último o 300. 
Por último trataremos da "Coroa Zodiacal da Palavra", os Signos do Zodíaco, também apresenta uma disposição geométrica perfeita, observe a morfologia das letras dos Planetas Regentes, em alguns casos a semelhança é muito grande com a dos signos. Trata da  continuidade da manifestação do sagrado, disposta na forma de um planisfério oracular, expõe  as correlações destas representações, mais adiante iremos adentrar no conhecimento dos sons,  a escala, suas variantes, correlações com números, formas e cores,  fechando as interrelações, aguarde.


O quadro apresenta os números restantes, a lógica de início e fim permanece, começa em Áries, número 5, no sentido anti-horário, termina em Peixes número 200, mais uma vez não há acaso, os três planos apresentam uma disposição perfeita da morfologia e dos números. 
Esta longa introdução se deve ao fato de iniciarmos algumas observações mais profundas da morfologia e suas relações com os quatro elementos no Arqueômetro, onde iremos demonstrar que dependendo do elemento a forma da letra expande ou se contrai, determinando que tipo de força atua e define a sua representação.
Agora podemos adentrar as demonstrações da morfologia e suas relações com  os quatro elementos da natureza, pois temos os conceitos dos três planos bem definidos, acrescido de uma pequena introdução da numerologia no Arqueômetro. 
Primeiramente, retomemos os conceitos de movimentos de translação dos planetas e regências, pois ajudam a contextualizar esta visão dos elementos, também iremos dispor os quatro triângulos do zodíaco e suas relações com cada signo. 
Vejamos o quadro do Zodíaco com os Signos e os quatro triângulos dos elementos que apontam seus vértices para as constelações correspondentes:




Perceba que cada signo representa um elemento da natureza, são três signos por elemento, em graus diferenciados, este fator estudaremos adiante, no momento basta compreender como se dispõe essa estrutura e sua distribuição, isto é fundamental para esse estudo. A seguir segue o quadro dos movimentos de translações dos planetas regentes, compare as formas das letras do Arqueômetro e  perceba que as dos signos se assemelham às dos planetas regentes. Compare cada letra, o movimento, por onde passa, e como são as letras dos signos regidos pelos planetas. Comece a perceber as semelhanças,  a morfologia, tem formas que são mais amplas, expansivas e outras são mais coesas, contraídas, isto indica qual o elemento predomina sobre aquela constelação e consequentemente a morfologia da letra. Veja o quadro abaixo, como é rico de informações, analise e tire suas conclusões. 


Com exceção da Lua e do Sol, todos os regentes são planetas e a definição de regências ocorreram pelas observações dos movimentos dos astros em relação às constelações, o selo astrológico  é milenar, expressando o registro de antigas sociedades de mistérios. 
A seguir veremos o quadro com as particularidades das formas das letras, regências e os elementos da natureza, aproveite para analisar e perceber como essa morfologia reage à estes elementos.


Os signos da Terra e da Água estão relacionados, respectivamente, à Coesão e a Fluência, as formas são concentradas, indicando agregação das forças sutis. Os signos do Fogo e do Ar estão relacionados, respectivamente, à Radiação e Expansão, as formas são expansivas, indicando a repulsão das forças sutis.
 As relações dessas forças de atração e repulsão representam a respiração cósmica ou o Cosmo vivente. Observe com atenção, perceba que o planisfério é perfeito, suas relações harmônicas direcionam para um equilíbrio divino,  indicando como funciona o bailado cósmico, evidenciando as interações dessas forças, suas qualidades e referências no Planisfério de Rama. 
Analise com profundidade estas questões,  seus desmembramentos visam facilitar o entendimento, possibilitando a análise gradual de mais uma etapa dos estudos sobre o Arqueômetro.

Deixe seu comentário, será sempre bem-vindo.

Luz e paz.







quinta-feira, 1 de dezembro de 2011


Estudando o Arqueômetro 
Capítulo VI 
As dinâmicas das formas, cores e números
Passo a passo
Neste capítulo iremos tratar da dinâmica das representações do Arqueômetro, entender a construção deste aparelho e suas interações,  analisar as visões básicas de suas chaves e fechaduras a nível geométrico, numérico, cromático e fonético,  visando entender os aspectos da ideação  e da criação. 
Estas chaves são utilizadas como instrumentos, o verdadeiro movimentar das energias,  por isso precisamos dominar o conhecimento deste planisfério, estar diante de si sem dúvidas, para não procurar coisas onde não existem.
Vejamos uma imagem completa do Arqueômetro para entendermos o que é necessário analisar e como foi construída esta mandala.



Observe bem, analise esta imagem, foram retiradas as letras dos alfabetos siríaco, assírio, samaritano, caldeu, soubba e arábico para melhor visualizarmos o Arqueômetro, o próprio Sant Yves d´Alveydre afirma que "os antigos alfabetos da Ca-Ba-La, de XXII letras, o mais oculto, o mais secreto, que me serviu de protótipo não tão somente para todos os outros do mesmo gênero mas também dos signos védicos e às letras sânscritas, trata-se do alfabeto ário. É aquele alfabeto que fui feliz em transmitir e que obtive de eminentes brâmanes, os quais nunca, nem em sonho, exigiram-me guardar segredo dele".  Quando afirma que trata-se do alfabeto ário, está falando deste alfabeto geométrico que chamamos de Arqueômetro.
Primeiramente, percebe-se que essa disposição do Arqueômetro em círculo é uma ideação do autor, uma grande percepção de como expor o que lhe foi dado como missão pelos sacerdotes brâmanes. 
Estudioso dos antigos mistérios, expôs esse conhecimento na forma de um planisfério com uma infinidade de representações, pois como o próprio autor afirmou, reforçando o que está no livro, nunca lhe exigiram que guardasse segredo. 
Segundo o Marquês, o conhecimento lhe foi  revelado através no escudo de um guerreiro brâmane, onde as revelações estavam descritas da seguinte forma:


O círculo colorido já é parte da construção do Arqueômetro. O grande mérito de Saint Yves 
d´Alveydre foi conseguir revelar o que estava descrito neste escudo e associar aos diversos elementos da geometria, sonometria, astrologia, alquimia, e outras relações. 
É certo que já possuía um vasto conhecimento sobre os assuntos dos antigos mistérios, porem faz a opção de implementar este conhecimento pelo seu aspecto primevo, veja o que afirma em  relação a esta opção: "Esse alfabeto se distingue dos outros chamados semitas porque suas letras são morfológicas, isto é parlantes, exatamente pelas suas formas, o que o transforma num alfabeto absolutamente único. Mais ainda, um estudo cuidadoso me levou a descobrir que as mesmas letras são o protótipo dos signos zodiacais e planetários, o que é também de máxima importância". Veja como foi construindo e associando conhecimentos, isto é muito importante, pois demonstra que estas correlações não foram ao acaso, pois encaixaram-se com perfeição.
Conclui reafirmando: "Os brâmanes chamam esse alfabeto de vattan; e parece que se remonta à primeira raça humana, pois, pelas suas cinco formas matrizes (ponto, reta, triângulo, quadrado e círculo), rigorosamente geométricas, confirma ele mesmo: Adão, Eva e Adamah". Portanto, fechamos aqui um raciocínio do que vem a ser essa construção, ideografada de forma genial e lógica, como veremos a seguir passo a passo. 

O centro do Arqueômetro

O ideograma do centro emana o nascimento das forças do divino, os raios brancos simbolizam a origem do todo, as emanações das cores primárias e secundárias são simples representações da criação, a manifestação do sagrado, neste plano, o centro de todas as representações são abstratas. 


A manifestação da cosmogonia do Arqueômetro

A seguir, a partir deste centro, encontra-se uma sequência de símbolos astrológicos afins, descritos com muita destreza para demonstrar o que o autor quer evidenciar  nas correlações  das últimas camadas dos diversos círculos concêntricos do Arqueômetro.
O autor demonstra, primeiramente, símbolos que todos estudiosos dos antigos mistérios sabem reconhecer, explicitando didaticamente o que pretende, pois evidencia em primeiro plano as representações planetárias e posteriormente as zodiacais, isso facilita muito o entendimento das letras geométricas, pois já se encontram associadas aos aspectos da tradicional astrologia,  vejamos a sequência:


A parte intermediária do Arqueômetro finaliza com as notas musicais, todos esses elementos são conhecidos, vejamos novamente o Arqueômetro completo, pois Saint Yves d´Alveydre queria que as correlações fossem perfeitas, ou seja, que signos, planetas, notas musicais, cores e geometria estivessem alinhados de uma forma associativa e harmônica, assim se inicia o processo de interpretação e análise deste instrumento, pois requer ordem, visualização da sequência e da harmonia de sua idealização. Dominar este conhecimento básico é fundamental para adentrarmos nos aspectos subjetivos destes saberes. 
Analise, novamente,  o Arqueômetro completo e tire suas conclusões, verá que é importante ter método e analisar as partes, pois ajudam a compreender o todo.

Conforme prometido, em breve, retomaremos a pulsação das formas e suas relações com os movimentos de translação dos planetas e os quatro elementos.

Bons estudos, luz e paz. Deixe seu comentário, pois é sempre bem-vindo.









segunda-feira, 28 de novembro de 2011


Estudando o Arqueômetro 
Capítulo V 
As regências planetárias e os quatro elementos.


A Coroa Planetária e Zodiacal da Palavra, no Arqueômetro, tem muitas particularidades e  diferentes maneiras de manifestar a mesma coisa, isso  nos ajuda a compreender como funciona este maravilhoso aparelho, uma delas são as regências planetárias sobre os signos, seu movimento no céu do zodíacos e as relações com os quatros elementos.
Vejamos primeiramente como ocorrem as regências dos planetas  sobre os signos na Astrologia Tradicional, preste bastante atenção pois trata-se de detalhes do Arqueômetro em movimento, por isso aproveite mais esta oportunidade de ver por um foco diferenciado as mesmas representações e como interagem.




O planisfério do zodíaco apresenta quatro triângulos equiláteros entrecruzados, sendo que, cada um representa um elemento da natureza relacionado nos seus vértices à um signo, são doze signos e quatro elementos, divididos teremos três signos por elemento da natureza, representando o plano mental, emocional e físico. 
Veja  todos entrecruzados, analise com calma observe que existe uma harmonia e uma lógica profunda nestes entrelaçamentos.


Vejamos a seguir triângulo a triângulo,  vamos evidenciar cada elemento no círculo astrológico para facilitar seus estudos, isolando um a um, assim a exposição se tornará mais didática. Este assunto não é profundol, mas temos que iniciar essa jornada, pois teremos muitos desafios pela frente.


Triângulo da Terra
A energia Telúrica


Iniciando nossos estudos pelo triângulo da Terra, pode-se dizer que é o triângulo que Saint Yves d´Alveydre revelou mais detalhes, pois estabeleceu ligações importantes. Fez extensas considerações sobre as cores, sons, números e formas deste triângulo. 
Tem seu vértice apontando para o Norte ou para o Zênite, Saturno, que rege Capricórnio, continuando, no sentido horário, temos Mercúrio que rege Virgem, finanlizando em Vênus que rege Touro. Todos são elementos de coesão, suas cores, letras, sons e números respondem a essa tendência, através desta representação pode-se encontrar diversas revelações de nomes sagrados utilizando as letras dos planetas e signos, como o nome de Jesus, YSHO,  dentre outros como: OSHY, VYSHiNU e SHYVa,  aprofundando encontram-se muitas outras revelações. É importante lembrar que este oráculo foi a provável base da formação destas revelações sagradas, extraídas através na força de tantra, mantra e yantra.  


Triângulo da Água
A energia Hídrica



Da unidade das estruturas hídricas nasce a vida planetária, expressão divina do feminino, princípio do nascimento, as águas da purificação, a fluência, a renovação e a fonte de toda vida. Das letras dos signos e astros regentes deste elemento extraem-se muitos nomes importantes como: MaRYaH, BHRaMA, BHRaMaN. Este triângulo entrecruzado com o trinângulo da terra forma o principal símbolo da vida no planeta, inclusive faz parte das primeiras considerações,do livro o Arqueômetro, com uma imensa dica de que é a "Chave de  todos as ciências". Isso demonstra claramente que este entrecruzamento, através do triângulo de Jesus e Maria, tem um poder de imenso lastro energético planetário. 
Os planetas regentes e os signos deste elemento principiam na Lua que rege Cãncer, a seguir em Júpiter que rege Peixes, finanlizando em Escorpião regido por Marte.
Triângulo do Fogo
A energia Ígnia
Está relacionado às forças de transformação, suas chamas atuam em diversos níveis vibratórios, possibilitando a purificação e o recomeço, é o fogo da glória e da salvação. Todas estas forças estão relacionadas às energias crísticas que principiam em Leão regido pelo Sol, logo a seguir em Áries regido por Marte, finalizando em Sagitário regido por Júpiter.  

Triãngulo do Ar
A energia Eólica

O elemento eólico, vulgarmente conhecido como ar, apresenta sutil e poderosa interferência, não menos intensa do que os outros elementos, representa a expansão e encontra-se regido por Vênus em Libra, Saturno em Aquário, finalizando em Mercúrio que rege Gêmeos. Representa a purificação, os ares da renovação, atua na intermediação com planos etéricos.

Vamos ficando por aqui neste capítulo, aproveitem, ainda temos muito o que estudar, estamos somente iniciando, o material disposto nestes capítulos tratam somente do plano objetivo ou comparativo, temos muito o que aprofundar, pois os planos relativo e superlativo trazem novas visões, permitem a mente adentrar em outras esferas, mas por enquanto tudo que vem sendo exposto é de grande serventia para os neófitos ou mesmo para os que ainda não entenderam direito como funciona o Arqueômetro. 
No próximo capítulo iremos discorrer sobre a "sístole e a diástole" cósmica, a expansão das letras e cores, aproveitaremos para abrir algums assuntos sobre os números, principalmente como analisar a unidade, a dezena e a centena no Arqueômetro. 


Deixe seu comentário, vindo de boa vontade será sempre produtivo.

Luz e paz.









sexta-feira, 25 de novembro de 2011


Estudando o Arqueômetro 
Capítulo IV 
As letras sagradas, regras e formações


No capítulo anterior iniciamos o processo dos estudos com o entendimento da bandeira arqueométrica, explicitando como se constituem as cores e as formas geométricas em cada plano do Arqueômetro, expusemos fatos básicos para facilitar o entendimento deste tipo de conhecimento. Por isso, continuaremos a decifrar mais alguns aspectos destes estudos para sedimentar a assimilação do conhecimento.
Iniciaremos por ratificar que o alfabeto arqueométrico e as demais constituições deste aparelho dividem-se em três camadas, o Plano Divino, constituído por três letras, a Coroa Planetária da Palavra, constituída por sete letras, os sete planetas da Astrologia Tradicional e a Coroa Zodiacal da Palavra, constituída de doze letras, representando os doze signos do zodíaco. Preste bastante atenção, pois este alfabeto contém uma autológica, logo, percebendo algumas destas representações, conseguirá entender toda a sistemática. 


1) Plano divino 


Neste plano a representação é a do centro do Arqueômetro, os raios brancos em expansão, não existe diferenciação das cores, para ser mais preciso não existe diferenciação de cores, sons e formas, até os números. Por isso a forma é a básica possível, o ponto, a menor representação geométrica.
Abstraia-se, pois as três primeiras letras ou formas geométricas são simplesmente o ponto visto por ângulos diferenciados, assim como o branco é a síntese das cores, o ponto é a síntese das formas, depois adentraremos no mundo dos números e sons virginais.


Observe com bastante atenção



Perceba que tudo é um ponto, não existe nada de extraordinário, pelo contrário, decifrar o Arqueômetro é pensar de forma objetiva, simples, se complicar não é arqueométrico. 
Este primeiro nível é a síntese, o ponto, a cor branca e o número um, neste nível está situado o prisma, representado no Arqueômetro pelos raios centrais. Portanto, gerador das cores e formas geométricas, primárias e secundárias, como veremos a seguir.

2) Coroa Planetária da Palavra


Perceba nesta visão esquemática como tudo é muito simples, didático, fácil, não existem complicações, é união de cores e formas, as cores primárias são oriundas do prisma e das formas da camada superior. 


3) Coroa Zodiacal da Palavra




A Coroa Zodiacal segue a mesma sequência da Coroa Planetária, aparecendo cores e formas  das representações da regência planetária, basta observar. 
Em breve disponibilizaremos a regência dos planetas sobre os signos com a distribuição das cores, isto ajudará a entender melhor o funcionamento desta engrenagem engenhosa.


Bons estudos, deixe seus comentários, serão sempre bem-vindos.


Luz e paz.