terça-feira, 1 de maio de 2012


Estudando o Arqueômetro 
Capítulo XI
O Arqueômetro Revelador e Regulador


Vamos iniciar este novo capítulo tratando uma parte complexa do Arqueômetro, a métrica revelada por Saint Yves D´Alveydre. Vejamos o que nos diz o Arqueômetro Regulador, o que diz o autor sobre a revelação da Capela de Maria, o revela sobre a perfeição do seu enquadramento morfológico arqueométrico:

"Não queremos interromper a aplicação de nosso Padrão. Porém antes de transformar as cordas do gênero cristalino em gênero vivo, pelas vibrações proporcionais, controlamos uma vez mais este armazém harmônico, colocando-o sobre o Arqueômetro."
A Capela de Maria

 "O Plano ocupa a parte central do círculo arqueométrico, de maneira que se desenvolve o edifício em duas frentes e dois cortes.
1º A Vista da fachada Norte;
2º A vista detrás ao Sul;
3º O Corte de fundo ao Leste;
4º O Corte Lateral a Oeste.
               Desta forma se tem a verificação completa da harmonia de todo o edifício e de todas suas partes em relação ao plano.
                Enfim, o pequeno círculo interior, que está no centro do plano, indica o módulo. Porém este não se aplica somente, como na arte grega, à ornamentação externa, designada sob o nome de ordem, é dizer, à coluna e ao entablamento de adorno ou de peristilo."
                Repare que o autor chama a atenção para o pequeno círculo no centro do plano de construção da Capela, como uma espécie de proto-forma, matriz para a construção das demais áreas do plano arquitetônico do monumento, ou seja, a raiz musical, a nota primordial daquela obra,  descrita sequencialmente em ordem de cumprimento e largura, posteriormente será atribuída a altura, fechando a sequência harmônica de todo conjunto do edifício. 
              "Nosso módulo convém a todo o Edifício musical, inseparável da construção e a cada membro desta síntese harmônica das formas.
                Assim, ter empregado o Arqueômetro como revelador, o utilizamos como regulador. Não demos de controle arqueométrico senão um só exemplo, a fim de não alongarmos esta descrição.
           O Arqueômetro-Revelador nos tem dado as correspondências do Nome de Maria, musical e morfologicamente pronunciadas em capelas, por transposição sobre o Padrão. Do mesmo modo, estes dois instrumentos de precisão nos dão uma das catedrais do mesmo nome."
            Neste caso o edifício é um reprodutor sonométrico da sequência de acordes relacionadas à Maria, a construção vibra nos sons relativos à cada letra dessa força do triângulo da água, reproduzindo também suas formas e cores, conforme nos é explicado:
             "Em virtude do mesmo princípio, das mesmas leis e dos mesmo instrumentos, obtemos assim uma catedral do Verbo Jesus. "
               "Entenda-se bem que estas catedrais e esta Escola não são senão um dos quinze exemplos que podíamos dar para cada uma, sem prejuízo dos outros quinze monumentos semimundanos, tais como palácios pontificais ou episcopados, seminários, universidades, escolas, conventos, teatros religiosos, etc."
                   Um pouco mais adiante encontramos uma descrição sobre a construção de um instrumento ritual que vibra na mesma onda e energia emanada pela Capela, ou seja, uma reprodução de objetos de acordo com as egrégoras consolidadas na conjunção dos elementos contidos no Arqueômetro, vejamos: 
                     "Um exemplo detalhado vale mais que muitos discursos teóricos, para mostrar a aplicação dos princípios dados pelo Arqueômetro.
                 Eis que vamos dar uma série de fotos graciosamente comunicadas por M. Gougy e que mostram em detalhe a adaptação à arquitetura do acorde La, Ut, Mi.
                A Grande Capela, estilo ogival corresponde a este acorde, é apresentada nas outras fotos sob todos os seus aspectos, e estamos persuadidos de que o estudo destas figuras interessará a todos os arquitetos e a todos os aficcionados da Arte.
             Se recordará que, graças ao Arqueômetro, todos os objetos contidos na Capela, assim como os vitrais e a decoração, estão adaptados exatamente às notas, é dizer, as letras e os nomes que materializam a cabeça.
            O Estilo de cada objeto e a cor combinam com o nome divino. Para as cores, as gamas coloridas e as bandeiras indicaram estas relações."
              Repare que o autor enfatiza que todos os objetos, vitrais, decorações, colunas,  instrumentos rituais, enfim tudo que é utilizado segue um padrão arqueométrico que repercute, expressão da sintonia com a nave mãe, a Capela,  ou seja, cria-se um campo, uma concentração de forças que emanam e fixam essas energias do local. 
            Isto pôde ser observado nas vidas de mestres e discípulos de diversos segmentos de mistérios, pois aplicaram essas técnicas com divina precisão.
            Seguindo esta linha de raciocínio mostraremos os exemplos de lindos vasos ornamentais citados no livro:


                   "Quanto aos objetos que podem entrar no edifício sagrado em consonância com sua harmonia, limitaremos nossos exemplos à orfebreria relativa aos vasos."

                       Apesar de se limitar aos exemplos dos vasos é fácil concluir que todos os objetos eram construídos a partir de uma métrica, um plano minuciosamente elaborado, por exemplo, as taças eram construídas seguindo um padrão arqueométrico que determinava como deveriam vibrar enquanto objeto ritual. 
                      Ao beber o vinho, por exemplo, ingeria-se a energia pré-concebida na construção daquele instrumento ritual. O condutor do ritual conhecia as forças emanadas  dos instrumentos contidos nos ambientes, ou seja, os sacerdotes eram muito mais do que condutores de ritos, mas conhecedores das forças contidas em seus rituais. 
                       Vamos ficando por aqui, conseguimos fazer uma boa introdução de algumas práticas que utilizam o Arqueômetro como referência, isso é apenas o início, estamos começando a adentrar os arcanos que revelam os segredos do Planisfério Arqueométrico de Rama.
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                             Luz e paz. 

           
              




sexta-feira, 23 de março de 2012


Estudando o Arqueômetro 
Capítulo X
O entendimento do Uno
Pensamentos e ideias dessas origens
Não se trata de querer criar uma técnica específica ou definir uma modalidade de entendimento deste tipo de conhecimento, até mesmo porque este estudo requer o despertar de algumas percepções que não dependem necessariamente de métodos. O fato é que, para um estudo mais aprofundado é fundamental que se promova o desenvolvimento destas percepções, principalmente sobre astrologia, alquimia e outros ensinamentos de ordem hermética. À medida que cada conhecimento for aprofundado exigirá uma visão diferenciada dos níveis de distribuição e da organização destes saberes, facilitando as interpretações das representações divinas ou teogônicas, universais ou cosmogônicas e naturais ou antropogônicas.

Como já vimos existem três níveis de representações que traduzidas nos estudos superlativos, comparativos e positivos que, permitem o desenvolvimento sistematizado dos entendimentos dos mistérios através de graus diferenciados que se interpõe, permeando e interligando um nível ao outro. 
Contudo, não se trata de criar uma sistemática, que possibilite a visão amplificada do conhecimento, mas de dispor as informações que promovam o desenvolvimento da mente, permitindo a amplificação dos fatos que conduzem às visualizações destas sobreposições dos saberes, evoluindo para os pontos mais importantes, buscando desvendar os arcanos menores e posteriormente os maiores. Estas premissas permitem uma postura descolada do puro apelo materialista e convencional, construindo uma nova e única visão do que vem a ser o sagrado.
 À medida que se adentra nos segredos desvelam-se as cifras, as formas de representações contidas nestes enigmas, o funcionamento e a prática que traduz esta estrutura pródiga. Ao praticar a abstração necessária a este tipo de estudo, o entusiasta promove uma maneira diferenciada de pensar, pois os detalhes fazem diferença, porém na simplicidade e na lógica é que se elucidam as respostas. Pontos importantes dessas estruturas encontram-se expostos, mas exige um estudo sistematizado de alguns conhecimentos dos mistérios.
A verdade é que, ao alcançar a prática desse método e aplicar suas técnicas, o indivíduo torna-se apto a desvendar alguns pontos desses códigos e seus mistérios. Ao passo que se aprofunda nos estudos, rapidamente se apercebe que os indícios dessas representações contêm chaves que precisam ser decifradas. Muitos desses códigos apontam para uma sociedade de mentes altamente argutas e sagazes, pois nestes conteúdos velados pelas formas expressas nos mapas astrológicos, nas mandalas, nas técnicas da alquimia e outras formas de representação do sagrado, encontram-se elementos suficientes para elaboração de códigos matemáticos, geométricos, artísticos, religiosos e filosóficos que confirmam a engenharia de uma lógica apurada. Afora a harmonia, a beleza, a simetria, a sonometria e a ordenação de pensamentos superiores que evidenciam um saber diferenciado e um estudo aprofundado das mais variadas ordens.
Pois bem, em um primeiro momento, cabe utilizar alguns princípios básicos contidos neste poderoso aparelho astrológico ou mesmo nos textos alquímicos de algumas escolas de mistérios, para demonstrar como se constituíram, por exemplo, os princípios dos alfabetos dos antigos patriarcas. Demonstrando, também, como viviam e desenvolviam visões diferenciadas e aprofundadas das mais variadas áreas do saber, interligando estruturas geométricas, constituindo um profundo conhecimento dos números, sínteses e ordens filosóficas, expressões artísticas nos mais variados ramos sociais e estruturas religiosas pautadas em saberes profundos, todos, indistintamente, voltados para os conceitos da formação planetária e cósmica, bem como, do entendimento sobre os aspectos relacionados à divindade - verdadeiros princípios teosóficos.
Assim, as questões não passam somente por explicações de ciência astral e revelações dos antigos ancestrais e suas academias, mas pela busca da compreensão e da continuidade das formulações de novas discussões, estudos comprobatórios destes fatos, visando confirmá-los, torná-los verídicos, argumentar e contra argumentar com propriedade, sem jamais estar movido ou vencido pelo ópio do absolutismo intelectual, pois o objetivo é formular hipóteses, como sugerem as ciências modernas e ainda demonstrar tais possibilidades.
Ao observar os movimentos dos planetas, principalmente o de translação, nossos  ancestrais, mestres dessas academias, registraram esta lógica nos documentos da época, transcrevendo com profunda propriedade este planisfério astrológico. Autenticaram o encontro da grande confraria dos espíritos ancestrais e imprimiram este momento como uma espécie de selo cósmico, evidenciando a importância destes eventos, com registros astrológicos que foram transpostos para os pergaminhos e referências registradas e autenticadas através da astrologia.
 Em diferentes partes do mundo fizeram os mesmos registros astrológicos, associando estes eventos aos ritos, calendários e às ciências em geral, aplicando-os até mesmo aos costumes mais simplórios de um variado número de sociedades. Consolidaram estes hábitos sociais e sacerdotais como uma conjugação chave, um marco, algo que precisava ser fixado através dos tempos. Algumas escrituras versam sobre estes registros, todas indicam e demonstram que seus arquitetos detinham uma cultura adiantada e profundamente aperfeiçoada. Nestas sociedades existiam regras e estruturas muito elaboradas, bem como, uma infinita necessidade de gravar essa presença, talvez já prevendo que, em algum momento, deveriam ser resgatadas.
Tratando especificamente da abóbada celeste e da observação dos movimentos dos astros que funcionaram como um dos primordiais legados dos princípios da astronomia moderna e de outras ciências, pode-se afirmar que dessas fontes nasceram os conceitos e fundamentos sobre a constituição da vida na sua forma mais ampla, porém, os mistérios da astrologia ficaram reservados aos argutos e persistentes exploradores dos saberes dos antigos sacerdotes, contidos nos enigmas que determinam a síntese desta ciência, bem como, da filosofia, da religião e da arte destas antigas sociedades.
As representações dos mapas astrológicos identificam os elaborados ciclos e ritmos dos astros, suas conjunções, registros detalhados destes movimentos, que expressam uma significativa necessidade de guardar e velar o conhecimento. Estes fatos foram descritos e guardados em locais especiais, longe das “aves de mau agouro”. O mapa que registrou o encontro das mais antigas confrarias do planeta foi transcrito de forma a perpetuar o encontro que marcou o mais sagrado dos momentos, uma antiga e fiel transcrição gráfica, selada para sempre, originando a mandala astrológica, momento sagrado e consagrado à eternidade.  Estes eventos e suas conjunções se repetem através da circunvolução cósmica, em períodos aproximados de pouco mais de vinte e cinco mil anos. O registro contido no mapa astrológico é um momento desse bailado cósmico delimitando cada período em sequência de constelação ou signo, conhecido como a era de cada ciclo.
O que os antigos patriarcas, magnífica confraria dos senhores da luz, fizeram foi registrar de forma sublime o que ocorria nos céus no momento em que se consumou a criação deste selo. Como está descrito, na figura 1, é um simples e magistral registro daquele momento, convencionado através das representações dos planetas regentes e das constelações ou signos regidos.
A síntese deste selo pode ser descrita, por exemplo, através de um observador terreno que perceba as circunvoluções dos planetas e suas passagens ou circunvolução de uma constelação a outra. Estes eventos foram transcritos para os pergaminhos, formando o que conhecemos como mandala astrológica, iniciando o registro ao norte, observando o movimento de Saturno que passa pelas constelações de Capricórnio e Aquário, transpondo para os livros esotéricos o conceito de regência destes dois signos que aparece registrada na parte superior da mandala e expressa um rápido movimento helicoidal, da movimentação deste planeta de uma constelação à outra.
Estas regras repetem-se para os movimentos dos outros planetas, seguindo a mesma forma de explicação, sendo assim definiu-se o movimento de Júpiter que passa pela constelação de Peixes e Sagitário, o planeta Marte tem esse registro em Áries e Escorpião, a estrela matutina, Vênus, é observada na passagem por Touro e Libra, e o pequenino e inflamado Mercúrio é observado na passagem por Gêmeos e Virgem, isoladamente, na representação da individualidade, dos princípios feminino e masculino, surgem a Lua e o Sol, que regem o signo de Câncer e Leão respectivamente, na clara intenção de evidenciar os princípios da fecundidade, ativo e passivo, emissor e receptor, expresso na luz polarizada da Lua, fecundada pelo espectro do Astro Rei, o Sol.
            Em um primeiro momento os mais conservadores tendem às explicações convencionais, insistindo em ver o quadro representativo astrológico como um registro bidimensional e estático destes eventos, fixado em algum momento do passado sem representatividade expressiva, mas a realidade é outra.
  Os mapas astrológicos são mandalas e não se limitam a uma representação determinada somente por altura e largura, pois estas duas não expressam a plenitude, assim, faz-se necessário o acréscimo de um o terceiro elemento: a profundidade, atribuindo, para finalizar, a qualidade do movimento que é fundamental para as explanações destes fatos.

Um plano tridimensional é mais que apropriado para os estudos que irão conduzir algumas variações da forma de pensar a metafísica, pois permitirá a compreensão dos fundamentos em contextos mais amplos e possibilitará um estudo aprofundado. A construção da estrutura astrológica em nível tridimensional expressa com propriedade os princípios espirituais, cósmicos e naturais.
Então, a representação mais lógica é a tridimensional, mas para isso é necessário dispor de uma variação que irá constituir a explicitação destes fatos a um patamar maior, pois a expressão da mandala na forma cônica, com altura, profundidade e largura, como um chapéu de mago, confere aos estudos uma magnitude de altíssimo nível nos planos dos  mistérios, revelando que a Lenda de Merlin não é mera coincidência.
Os alquimistas utilizavam esses famosos chapéus, confeccionados em puro ouro, ornamentados por toda uma grafologia, que representavam as forças oriundas do cosmo ordenado pela divindade, esses instrumentos funcionavam captando forças universais que eram agregadas ao possuidor desta ferramenta de incorporação do magnetismo dos astros, conferindo ao mago alguns poderes inimagináveis.
Em resumo, era um poderoso instrumento de evocação das energias em planos superiores. Isto não é lenda, faziam desta forma e conheciam o poder contido nestes elementos, sabiam utilizar os mantras mágicos de aberturas dos portais. Posteriormente, foram ridicularizados pelas ciências modernas que beberam destas fontes e que, por não conhecerem a contraparte da ação dessas práticas, mergulharam no que não entendiam - no poço dos mitos.
Não tinha o conhecimento dos aspectos metafóricos, como a transformação do chumbo em ouro, que tratava da transformação interior do indivíduo iniciado, da condição mental bruta, alegoricamente atribuída ao elemento chumbo por suas características pesadas, aparentemente grosseiras e comuns, até alcançar a condição mental reluzente do ouro, que representava o ser que se libertou dos apegos materiais e ascendeu às esferas espirituais.
 A verdade é que insistiram em contar a história do jeito que lhes convinha, sem se importarem muito com o porquê destes hábitos, fixando-se nos exemplos dos alquimistas místicos, taxando seus hábitos e rotulando os que ousassem optar pela prática destas teorias. Também desconheciam as metáforas da transformação através da condição dos estados alquímicos, que C. G. Jung mapeou com extrema sabedoria e ao contrário do que alguns seguidores deste ícone da psicologia acham, não inventou nem associou, simplesmente reproduziu a técnica alquímica e traduziu estes eventos sabiamente para a Psicologia Analítica.
 As peças eram estabelecidas para graus diferenciados de entendimentos, alcançando graus de consciências diferenciadas, desde uma mera distração pública, passando pelos caminhos do aprendizado dos acontecimentos encenados, até os que conseguiam perceber que por detrás daquelas fantasias existia algo mais, estes eram arregimentados para as academias de iniciados que distinguiam aqueles que demonstravam um grau básico de entendimento do sagrado.



Exteriorizados, nas figuras anteriores, encontram-se expressos os registros de um momento, pois mesmo a representação em forma cônica não permite a expressão fidedigna de todos os eventos, para ajudar a amplificar a forma de visualizar e assimilar este conhecimento, mas o ideal seria registrar os movimentos variados e todas as ideações gráficas de planetas e signos na forma tridimensionais. O que se percebe ainda é uma fração congelada de um evento, um registro, uma parte de inúmeras representações.
 Porém, é muito importante para a compreensão destes fatos, de forma didática, este tipo de representação, pois estas observações ganham um acentuado sentido quando assim expostas, comprovam síntese e decomposição em uma mesma teoria, não exigindo um intenso grau de abstração, pois demonstra claramente a ideia de um núcleo de embriogenia, representado pelo ponto que se estende a partir do topo de todo o espaço cônico, delineando o surgimento, aparente, de novas formas em graus secundários e terciários.
A partir do movimento do ponto, no topo do chapéu ou do cone, inicia-se o processo de construção das outras formas geométricas como a reta, o triângulo, o quadrado e o círculo, ocorrendo o mesmo com as matizes de cores, notas musicais e números que estão associados às formas básicas.
 Não é difícil concluir que estes conceitos giram em torno das estruturas primordiais que envolvem a ciência, a filosofia, a arte e a religião. São manifestações lógicas para se obter a formulação de teorias e da comprovação prática, consubstanciando o que era conhecido como sagrado.
Ao examinar as figuras em movimento no chapéu, parte da representação da mandala, na forma bidimensional, percebe-se a evolução no sentido horário a partir do ponto que, passo a passo, vai se transmutando e possibilitando a aparição de uma variação de formatos, que constituem uma representação de cinco formas geométricas básicas, que foram utilizadas na concepção dos antigos alfabetos.
Pois, constituíram toda uma estrutura correlacionada, perfeitamente disposta em uma sequência harmoniosa e lógica, livre de ideações desordenadas e das conjecturas de que estas ordenações ocorreram ao acaso. Isto permite uma iniciação de fato entre os contextos do sagrado que eram impulsionados por uma ética de ideias inigualáveis.

Ao observar o movimento desta nova figura,  nota-se também que, de seu centro origina-se um ponto no movimento helicoidal original, para os sentidos estes movimentos sugerem a formação de outras formas geométricas, que se transformam sucessivamente em outras, constituindo a ideação da origem do todo, elementos ainda impronunciáveis ou sem representações no mundo da matéria. Estas ideias são extremamente sutis, muito difíceis de serem repassadas, pois foge do convencionalismo, exigindo de quem busca compreender estes ensinamentos muita dedicação, principalmente o desenvolvimento da mente abstrata e da libertação da alma - das convenções que limitam os mais apegados.
No desenvolvimento destas idealizações, um bom exemplo para demonstrar algumas destas afirmativas está na descrição sumária do movimento inicial e primário, considerando sua construção gradativa até alcançar as formas mais complexas, sempre observando o desenho cônico do chapéu do mago ou da mandala tridimensional. Simular este movimento do chapéu do mago até a imagem se tornar bidimensional muda totalmente o plano de observação e síntese, induzindo a uma análise mais concreta, retirando da mente o foco mais abstrato delineado na observação tridimensional.
Este exercício entre um objeto observado por um foco ou outro visa aproximar o objetivo e transmitir ao núcleo do cérebro estes eventos, por vias que se utilizarão de lógica mais concreta em um determinado momento e, por uma linha mais abstrata em outro. Esta sugestão mental permite a percepção por outros ângulos, eliminando uma visão predeterminada e distorcida dos conceitos e das observações.
Na realidade, a prática desta visão diferenciada permite ao neófito a confirmação do funcionamento, executando determinadas rotinas rituais, sem perder a consciência da essência que procura expressar a idealização divina, cósmica e planetária em graus diferenciados até alcançar uma compreensão definitiva, consumando uma máxima de que todas essas expressões são “folhas e frutos” de uma mesma árvore, que se apresentam em circunstâncias variadas e que faz parte de um contexto momentâneo, exigindo do aprendiz o desenvolvimento de técnicas, as quais possam permitir a dedução de como se desenvolvem estas situações, para não se deixar enganar pelas impressões produzidas nas variadas condições destas análises.
 A sequência da figura que veremos a seguir visa representar os movimentos em alguns passos distintos e sucessivos para evidenciar que, dependendo do foco de observação, o mesmo conceito pode se manifestar de forma distinta, porém contínuo, expressando, apesar de diferenciados focos, uma única ideia. Dependendo do objetivo das explanações, uma será mais adequada do que a outra, sem perder a base de que a expressão tridimensional é a ideal para o desenvolvimento dos altos estudos e aprofundamentos do conhecimento do sagrado, pois esclarece as discussões sobre as visões divina, cósmica e planetária, em plano inteligível e inconteste, demonstrando a expansão desde o principio até a formação da visão que dispõe a vida no universo como um todo.


a)    Sequência 1:
            Possibilita uma visão tridimensional da mandala, constitui a expressão dos diversos níveis energéticos e cósmicos, que formam a visão diferenciada do todo, desde a expressão da formação primária, origem de todas as cores, sons, números e formas.
b)    Sequências 2, 3, 4 e 5:
            Representação dos movimentos intermediários que demonstram as inclinações graduais, constituindo a última sequência em uma visão bidimensional. Didaticamente se apresentam nas visões diferenciadas de um mesmo conceito.
c)    Sequência 6:
            A visão mais comum e utilizada é a bidimensional, funciona atraindo, dispersando e fixando forças, são utilizadas em paredes, dispostos em mesas de santuários e em ritos ou atos temporários para fins específicos.
A partir destas explanações preliminares é possível chegar ao ponto inicial de onde estes antigos ancestrais fundamentaram o conceito da ciência do sagrado, representado-a, comentado anteriormente, através do alfabeto, nas suas observações cósmicas e planetárias, expressas nos elementos da filosofia, nas manifestações artísticas através de instrumentos musicais, movimentos corporais, pintura e teatro, na revelação do contexto religioso, sendo fundamental registrar que a religião não existia separadamente do restante.
Entre estes fundamentos não havia diferenciações, era uma síntese que estabelecia a manifestação humana em plenitude, o sagrado, fundido nos quatro pilares que sustentavam as relações da vida no planeta, dos conceitos da composição do cosmo e da interação com o divino. Portanto, a síntese representada na mandala, tridimensional ou bidimensional, é uma forma extremamente inteligente de simbolizar o conteúdo amplo desse contexto, pois encerra as diversas visões dos conceitos em planos diferenciados de entendimento, possibilitando o desenvolvimento das visões positivas, comparativas e superlativas.
            Na apreensão de alguns métodos básicos, para principiar a análise e estudos de alguns mistérios em grau positivo, pode-se utilizar as teorias que fundamentam a representação da mandala cósmica ou do Planisfério Arqueométrico de Rama sob alguns conceitos bem próximos do entendimento inicial.
            O método mais provável é a compreensão do funcionamento da geometria em nível sagrado, trata-se de um elemento determinante na formação dos alfabetos e das representações mais fortes destas antigas civilizações, pois se utilizavam de técnicas científicas para determinar o funcionamento de fórmulas que envolviam graus, ângulos e outros elementos da matemática, como também uma elaborada filosofia de conceitos divinos, ou seja, estes métodos não traduziam somente um conjunto de ideias, mas inclusive a vivência em plenitude dos fundamentos contidos nas relações destas práticas concretas e abstratas.
            As representações do alfabeto de 22 letras foram utilizadas por grande parte das sociedades mais inteiradas das convenções das representações e suas relações com o sagrado. Seguiam uma ordem lógica de representação dos três planos: o divino, o cósmico e o planetário, em que a expressão desta formação constitui uma sequência extremamente elaborada e destituída de impressões fantasiosas, ao contrário, reúnem elementos suficientes para evidenciar a presença de ideações engenhosas, que constituíram os fundamentos dos mais importantes colégios de mistérios em um passado distante.
            Seguindo uma lógica para o desenvolvimento deste tipo de raciocínio, imagine um chapéu de mago, cônico, pontudo e com uma aba circular harmoniosa. No ápice deste chapéu existe um ponto, elemento básico do princípio geométrico que, ao se movimentar de forma circular descendente, em grande velocidade, afeta os sentidos humanos causando a sensação inicial da formação de uma reta, nesta sucessão de movimentos outras impressões se constituem no campo visual, originando novas figuras geométricas, formando triângulos, quadrados e círculos. Estas representações básicas da geometria estão associadas à formação cósmica e dos planetas que compõem o nosso sistema solar, ou seja, uma forma geométrica para cada um, representando a construção cronológica e geométrica do cosmo, expressões registradas nos pergaminhos destas culturas.
 Como tudo está em movimento, a representação da mandala nada mais é do que o registro de um momento, uma fotografia, passível de análise e decomposição de seus significados, mas não expressa o todo, pois é impossível representar todos os movimentos. A visão da ação é velada, mas ao permitir este tipo de análise o mistério se desfaz, estes conceitos estão presentes em algumas filosofias, como a do budismo sobre a impermanência que causa a ilusão. Um bom exemplo desta afirmativa é o movimento do ponto que cria a impressão aos sentidos da formação de uma reta ou mesmo de um ponto em lugares diferentes, ocasionado por rápidos movimentos, motivando a ilusão que formam outras imagens geométricas harmônicas.
Esta concepção amplia-se para todas as outras formas mais complexas, confirmando várias teses da física quântica e da química oculta. Seguindo esta linha de raciocínio pode-se evidenciar a matemática pitagórica para analisar a qualidade destes conceitos geométricos, pois as antigas escolas não se utilizavam somente dos aspectos quantitativos, mas associavam às formas geométricas cores, sons e números.
            Partindo destas explicações iniciais pode-se expor, por exemplo, as formas contidas em alguns alfabetos mais antigos como o sânscrito e o devanagári, o hebreu que manteve fielmente alguns ensinamentos destas escolas dos mistérios através da Cabala.
            Nestes estudos há uma tendência para utilizar o sânscrito e o devanagári, pois se encontram fortes evidências de bases geométricas em todas as expressões desta grafia. Em um plano geral, sem atribuir ênfase a essa ou aquela escrita, a exposição dos princípios arqueométricos são suficientemente valiosos para esse tipo de entendimento. Na análise das três primeiras letras primárias desses alfabetos, percebe-se claramente o princípio do ponto, da formação da reta e da expansão da terceira letra, consolidando o conceito primário de luz, som e movimento.

Sem adentrar, no mérito dos fonemas, inicialmente tratar-se-á das formas e da essência. Ao analisar a última figura com três letras primárias, que dão origem a todo o alfabeto de algumas antigas sociedades, observa-se que as três representações se traduzem em um ponto, ou seja, a lógica é conduzir ao princípio, evidenciando a presença do sagrado ou do divino em tudo, sendo o ponto uma representação precisa da divindade no mundo das formas, que ao se manifestar gera nos primeiros movimentos, a ilusão da formação de dois pontos que representa a segunda letra, que unidos formam uma reta. 
Na continuidade destas ideias e deste movimento observa-se o desdobramento da figura que representa a expansão cósmica, registrada no formato de dois semicírculos unidos pelas extremidades, mas na realidade não passa de um círculo ou de um grande ponto como pode ser observado quando se une as duas partes da imagem. As constituições destas três representações encerram a ideia de formação do núcleo da mandala que contêm os fatores protogeradores de todas as outras ideias contidas na circunferência intermediária e na terceira e última, a mais externa, como pode ser observado. 

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Luz e paz



segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012


Estudando o Arqueômetro 
Capítulo IX
Os símbolos velados do Arqueômetro

           Os símbolos conjugados permitem expressões de ideias mais complexas e de amplitude inimagináveis, algumas formas de escrita exprimem ainda, em uma única imagem, muitas concepções, de extensas significações. No passado, estas formas de expressão foram muito utilizadas e a vivência dessas significações praticadas em plenitude, representadas tanto na intensidade como na constituição de uma crença absoluta.
              As confrarias de mistérios sempre velaram seus símbolos e muitos desses conceitos sobreviveram aos tempos, outros se apresentam de formas sutis, não caracterizados com clareza, dentro da visão contemporânea, pois as teorias não se sustentam em bases comuns, havendo, muitas vezes, lacunas na cronologia e na lógica, sendo que, em muitos casos, não descrevem sucintamente como foram constituídos os elementos, que compuseram o conjunto, que permitiram a ordenação para construção do método.
Por exemplo, para debulhar os grãos, provindos das colheitas, estes trabalhadores construíam ferramentas no formato da letra de Júpiter, que representava a prosperidade e a fartura, imprimindo suas vibrações nos alimentos por meio do ato sistemático com este instrumento agrícola. Essa transferência de forças utilizadas pelo formato da letra sagrada de Júpiter é um fundamento originalíssimo, pautado numa lógica maior, os sacerdotes, lideres desses povos, orientavam todas as atividades da vida social aos conceitos relacionados ao sagrado, incluindo as ferramentas de trabalho.
           Algumas ferramentas, tornar-se-íam em arma de defesa dos templos que passavam por ondas sucessivas de ataques. Os conceitos eram os mesmos, ou seja, a força da divindade era capaz de defender as cidadelas com a sua poderosa representação cósmica e universal.
            Não é fácil descrever sobre o desenvolvimento de ferramentas e suas utilidades, mas é evidente que transformaram-se em armas de ataque e defesa, contudo, a escassez de textos e provas deixaram este legado para as tradições orais, que representam essas práticas, por meio dos mestres, que se utilizavam de uma linhagem para perpetuar os ensinamentos. O interesse maior é de conhecer estes mistérios em essência, pois foram concebidos através de conceitos filosóficos, religiosos e éticos, posteriormente por outros aspectos secundários, mas a princípio esta conversão de hábitos era preemente à sobrevivência.
 Atualmente, devido ao distanciamento do início, é quase impossível relacionar esta ou aquela ferramenta a um  instrumento de combate específico, ou mesmo à arte marcial, mas permanecem, ainda, boa parte, destas tradições. Associaram a estas artes os movimentos de harmonização da religiosidade cósmica, como o Tai-Chi, que correlacionou alguns dos movimentos em golpes precisos de ataque e defesa,  fundamentos que consubstanciaram a utilização de força, técnica e movimento. Tais métodos permanecem como marca registrada de muitos mosteiros, relacionada com uma severa disciplina e preparação mental.
            Na concepção e construção de instrumentos musicais as evidências conduzem a pensar sobre muitos aspectos, pois desde tempos imemoriais estas civilizações construíam aparelhos de reprodução sonora no formato das letras zodiacais ou correspondentes aos astros e aos planetas.
Um exemplo típico é o da Lira, instrumento que é a cópia fiel da letra Y relacionada a Mercúrio, observe que o próprio nome Lira é uma identificação direta da astrologia, representação das  constelações. Torna-se, pois, evidente a necessidade de extrair do instrumento a força ou a representação espiritual da visão teogônica e cosmogônica contida em sua sonoridade.  Segundo a mitologia grega, Apolo, a grande divindade solar deu a Lira ao seu filho Orfeu e as Musas lhe ensinaram a tocar, sua música era angelical, encantadora, tocava a tudo e a todos.
                                         Lira            Letra do Arqueômetro    Composição letra +
                                                                                                     instrumento musical

    
Nota importante:  
 Esta letra, a Y, o número 10, apresenta uma controvérsia sobre a descrição existente no livro o Arqueômetro, Capítulo Terceiro, mais especificamente sobre a forma apresentada pelos amigos de Saint Yves d´Alveydre, vejamos: "Letra: dois pontos circulares que geram duas curvas articuladas sobre um
semicírculo",  que foi apresentada conforme a seguir:
Sem querer dar por encerrada a questão, aplicaque  geometria sagrada ou a Sequência de Leonardo Fibonacci,
seu número de ouro, e perceberá que as proporções são outras. Em uma sequência geométrica harmônica não existe acaso. 

Vejamos uma espécie de harpa egípcia confeccionada a partir da letra de G, Vênus.


                                                        Harpa                Letra do      Composição letra +
                                                                               Arqueômetro instrumento musical


Estamos apenas começando a falar desse tipo de conhecimento aplicado por estas sociedades sacerdotais, existem muitos símbolos e selos, que posteriormente se tornariam brasões, principalmente na Europa, que continham ótimos indicativos da utilização de métodos e lógicas que reuniam significações profundas, evidenciando um saber diferenciado e voltado para as reproduções extremamente superiores, concentrando uma série de significados de ordem teológica e cósmica, incutindo também o fundamento central de uma academia, colégio ou nação. Posteriormente, se apresentariam de forma deteriorada através de significados mais comuns, como águias, leões, tigres e outras imagens que representam força e poder. Não eram mais capazes de acessar os planos do conhecimento superlativos. 
Um selo muito conhecido é o do peixe da confraria dos Essênios, da antiga Judéia, que identificou a passagem de Cristo, é um símbolo simples, mas muitos não o sabem decifrar.

            Vejamos:

A representação nada mais é do que a união de duas letras relacionadas à confraria solar, que é ordenada pela própria força do Cristo, união das letras sagradas do Sol e do signo de Leão. Viviam os símbolos sintetizados em imagens, que tinham profundas significações e que traduziam uma ligação direta com as instâncias divinas, cósmicas e terrenas.
            Vejamos outro exemplo:

O que aparentemente parece mítico pode esconder uma série de interpretações, como o exemplo do símbolo de Asclépio e Hermes, que demonstra a sagacidade e a capacidade de devorar, fazer morrer as ilusões e renovar, remetendo uma simples imagem ao sagrado. O caduceu na antiguidade, além de salvo conduto dos grandes personagens da sociedade, continha uma imensa significação para os membros das antigas sociedades de mistérios. Basta observar a imagem decomposta que expressa a conjunção do símbolo sagrado nas três manifestações humanas, imprimindo a justa imagem de quem conhecia os mistérios dos antigos colégios sacerdotais.
Revelando algumas chaves dos mistérios
O enigma da Chave do Templo


          As primeiras chaves dos templos tinham um significado todo especial, pois não guardavam somente a parte física, não eram meros instrumentos utilizados para cerrar e trancafiar ambientes, mas por detrás das imensas portas talhadas em cuidadosos símbolos sagrados existia um segredo a ser decifrado pelos iniciados em alto grau. Desvendar o enigma da chave, reconhecer através de métodos exigia esforço espiritual e intuitivo, relacionados à sabedoria e intelecto, pois expressava a compreensão sobre o funcionamento da confraria à qual estava filiado. Decifrar o segredo da chave e acionar num único giro a abertura do portal do templo central era o objetivo final, destinado a poucos, pois um único passo em falso significava a permanência definitiva no grau alcançado, não restando outra oportunidade na presente encarnação.

           Ao contemplar a chave a seguir percebe-se que não se trata de um objeto comum, muito ornamentado para os tempos atuais, até pouco prático, encerrando sutilmente um grande segredo, neste objeto encontram-se inumeráveis mistérios, que guardam os mais sublimes objetivos de uma confraria.

Decodificando os Segredos da Chave do Templo
Ao observar detalhadamente este objeto, veja a chave a seguir, percebe-se que se assemelha a uma chave comum, mas têm algumas particularidades incomuns, que a princípio podem parecer ornamentos ou elaborações artesanais. Na verdade, não se trata propriamente disto, este objeto além de servir para trancar as portas dos santuários, contêm os mistérios que ordenam os regimentos magísticos do templo.
           Se este objeto for desmembrado minuciosamente, encontrar-se-á uma série de letras sagradas, relacionadas aos sete planetas da antiguidade e suas constituições ocultas, contidas em um único objeto, a prova incontestável da sabedoria dos antigos, que sabiam perfeitamente como representar seus fundamentos, nem por mera intuição, nem por inspiração, mas adentro de uma autológica irrefutável e simples, bastando demonstrar quais são as faces destas imagens para entender seu objetivo:



Vamos ficando por aqui, leia com atenção, estamos começando a aprofundar o assunto, nos próximos capítulos continuaremos a falar da prática do Arqueômetro, introduzindo novos conhecimentos sobre instrumentos rituais, arquitetura sagrada e as relações com cores, formas e sons.

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Luz e paz.